Piki Software — Início

Primeiro escreve-se. Só depois se programa.

A maior parte dos projetos de software que corre mal não corre mal a programar. Corre mal porque ninguém escreveu o que era para fazer, e cada parte percebeu uma coisa diferente.

Falar connosco

Cinco passos, e sabe sempre em que ponto está.

  1. Conversa. Meia hora a perceber como gere a operação hoje: onde estão os dados, quem faz o quê à mão, o que se perde pelo caminho. Sem apresentação comercial. No fim desta conversa já lhe dizemos se faz sentido — e se não fizer, dizemos.
  2. Levantamento e requisitos escritos. Reunimos com quem trabalha no processo todos os dias, não só com quem decide. Daí sai um documento com cada requisito numerado, separado entre o que é essencial e o que é opcional, com o que cada opção implica em tempo e em custo. Valida-o antes de existir qualquer proposta.
  3. Orçamento fixo. Só depois de o âmbito estar escrito e aceite. Valor fechado, não uma estimativa.
  4. Desenvolvimento com entregas visíveis. Não desaparecemos dois meses para reaparecer com um sistema. Vai vendo à medida que é construído, e corrige-se cedo, quando corrigir ainda é barato.
  5. Entrega, formação e garantia. O sistema entra em produção com os seus dados já migrados, a equipa formada e um período de garantia a correr.

O preço é fechado antes de se começar.

Cada negócio tem um âmbito diferente, por isso o valor é orçamentado caso a caso — mas nunca por palpite. Sai do documento de requisitos, requisito a requisito, e o que está lá dentro é o que se faz pelo valor acordado.

Pagamento em duas partes: metade na adjudicação, metade depois da entrega. O valor mensal de infraestrutura e acompanhamento é indicado no mesmo orçamento, para que veja o custo total antes de decidir.

Um projeto destes falha por falta de tempo do cliente, não por falta de tecnologia.

Entregar não é acabar.

Quatro responsabilidades que ficam do nosso lado.

O nome não é um slogan. É a lista do que assumimos, e é o que separa um fornecedor de alguém que entrega um ficheiro e desaparece.

A maior parte dos fornecedores assume uma ou duas destas quatro. As outras ficam consigo, e normalmente só descobre isso quando alguma coisa falha.

É a pergunta certa a fazer a um fornecedor pequeno.

Os dados são seus e exportáveis para Excel ou CSV a qualquer momento. A licença de utilização do sistema é perpétua.

Se o contrato terminar, entregamos tudo o que está no sistema em formato aberto e apagamos o que fica do nosso lado, com prazos escritos no contrato. Não ficamos com nada seu como refém.

Comece pela conversa.

Meia hora, sem compromisso e sem apresentação comercial. Diga-nos como gere a operação hoje e dizemos-lhe honestamente se há aqui um projeto — ou se o que precisa se resolve de outra maneira.

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