Primeiro escreve-se. Só depois se programa.
A maior parte dos projetos de software que corre mal não corre mal a programar. Corre mal porque ninguém escreveu o que era para fazer, e cada parte percebeu uma coisa diferente.
Cinco passos, e sabe sempre em que ponto está.
- Conversa. Meia hora a perceber como gere a operação hoje: onde estão os dados, quem faz o quê à mão, o que se perde pelo caminho. Sem apresentação comercial. No fim desta conversa já lhe dizemos se faz sentido — e se não fizer, dizemos.
- Levantamento e requisitos escritos. Reunimos com quem trabalha no processo todos os dias, não só com quem decide. Daí sai um documento com cada requisito numerado, separado entre o que é essencial e o que é opcional, com o que cada opção implica em tempo e em custo. Valida-o antes de existir qualquer proposta.
- Orçamento fixo. Só depois de o âmbito estar escrito e aceite. Valor fechado, não uma estimativa.
- Desenvolvimento com entregas visíveis. Não desaparecemos dois meses para reaparecer com um sistema. Vai vendo à medida que é construído, e corrige-se cedo, quando corrigir ainda é barato.
- Entrega, formação e garantia. O sistema entra em produção com os seus dados já migrados, a equipa formada e um período de garantia a correr.
O preço é fechado antes de se começar.
Cada negócio tem um âmbito diferente, por isso o valor é orçamentado caso a caso — mas nunca por palpite. Sai do documento de requisitos, requisito a requisito, e o que está lá dentro é o que se faz pelo valor acordado.
- Sem faturação a horas. Se demorar mais do que prevíamos, o problema é nosso.
- Sem âmbito a crescer. Um pedido novo a meio do projeto é orçamentado à parte e decidido por si — não aparece na fatura final como surpresa.
- Sem custos escondidos. A migração dos dados, a formação inicial e a colocação em produção estão incluídas.
Pagamento em duas partes: metade na adjudicação, metade depois da entrega. O valor mensal de infraestrutura e acompanhamento é indicado no mesmo orçamento, para que veja o custo total antes de decidir.
Um projeto destes falha por falta de tempo do cliente, não por falta de tecnologia.
- Uma pessoa de contacto com autoridade para validar. Não precisa de ser técnica — precisa de conhecer o processo e de poder dizer «sim, é assim».
- Os ficheiros como estão. Excel confuso, folhas com colunas a mais, três versões do mesmo mapa. É normal e é connosco: a limpeza faz parte da migração.
- Resposta em prazo razoável às validações que pedirmos. É a única coisa que faz um projeto derrapar sem culpa de ninguém.
Entregar não é acabar.
- Formação. Formamos quem vai usar o sistema antes de ele entrar em uso, com a operação real e não com um manual. Sessões adicionais sempre que entrar gente nova.
- Garantia. Seis meses a contar da aceitação, durante os quais qualquer defeito é corrigido sem custo. Enquanto mantiver o acompanhamento mensal, a garantia mantém-se.
- Suporte. Tempo de resposta acordado por escrito, não «quando pudermos».
- Evolução. O negócio muda e o sistema acompanha. O que for pequeno cabe no acompanhamento mensal; o que for grande é orçamentado como qualquer outro trabalho — com o âmbito escrito primeiro.
Quatro responsabilidades que ficam do nosso lado.
O nome não é um slogan. É a lista do que assumimos, e é o que separa um fornecedor de alguém que entrega um ficheiro e desaparece.
- P — Programação. O código é nosso para manter e seu para usar. Escrito com as práticas que se usam em software sério — versionado, testado, com histórico de alterações — para que daqui a três anos ainda se lhe possa mexer sem medo. Muito software feito à medida em Portugal não sobrevive à saída de quem o escreveu.
- I — Infraestrutura. A máquina é problema nosso. Não recebe faturas de alojamento, não gere contas com fornecedores, não precisa de ninguém internamente que perceba de servidores.
- K — Know-How. Já construímos para este padrão de negócio. Chegamos à primeira reunião a falar a sua língua, o que significa que o levantamento demora dias em vez de semanas e que ninguém aprende às suas custas.
- I — Integrações. As ligações a plataformas de terceiros são nossas — incluindo quando mudam sozinhas e partem, que é o que acontece mais cedo ou mais tarde. Não fica com um sistema que deixou de receber leads e ninguém sabe porquê.
A maior parte dos fornecedores assume uma ou duas destas quatro. As outras ficam consigo, e normalmente só descobre isso quando alguma coisa falha.
É a pergunta certa a fazer a um fornecedor pequeno.
Os dados são seus e exportáveis para Excel ou CSV a qualquer momento. A licença de utilização do sistema é perpétua.
Se o contrato terminar, entregamos tudo o que está no sistema em formato aberto e apagamos o que fica do nosso lado, com prazos escritos no contrato. Não ficamos com nada seu como refém.
Comece pela conversa.
Meia hora, sem compromisso e sem apresentação comercial. Diga-nos como gere a operação hoje e dizemos-lhe honestamente se há aqui um projeto — ou se o que precisa se resolve de outra maneira.